PSICANÁLISE E ARTE – Nº. 13

 

Em seu número 13, a Revista da Associação Psicanalítica de Curitiba recebe o texto de diversos autores que – por que não? – Produzem boa ficção científica no portal da arte, abertura para tantos mundos possíveis, apertura de tantos impossíveis que exibem a face do enigma, exigem reação, produção, sublimação. Nos desvarios causados pelo real, temos os vários caminhos articulados pelo simbólico, tecendo o véu da morte com o fio da vida – dizível, visível, sensível vel. Arte que Sigmund Freud não hesitou em chamar de formações do inconsciente.

Arte à parte, reparte-se nos textos da Revista a arte necessária ao psicanalista frente aos brotos e rebrotos do inconsciente.

No espaço que chamamos de Letra, encontra-se a letra de Edson Luiz André de Sousa, a nos contar sobre o insertão de cada um que se propõe à aventura da análise, ao modo de Guimarães Rosa. Temos também um texto de Elisabeth Bittencourt, que nos conduz – pelas letras de Luis Althusser – à tragédia contemporânea, cintilação sublimatória frente ao impedimento legal. Nelson da Silva Junior nos remete à letra de Fernando Pessoa para iluminar a regressão necessária à origem da linguagem, constitutiva do ato psicanalítico, como condição de não se repetir o recalque operado pela ciência.

VEJA AQUI O SUMÁRIO DA REVISTA

* edição esgotada *